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  1. #61

    Re: Juniores => Album de Figurinhas

    Olá a Paz do Senhor!

    Você tem o anexo do álbum de figurinhas?

    No aguardo!
    Sandra


    › Veja Mais: Plano de Frequência e Pontuação

  2. #62
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    Re: Juniores => Album de Figurinhas

    A Paz, irmã!
    Vc se refere à ideia compartilhada no post #45?
    A Profa. comprou figurinhas prontas - tema fundo do mar - e usou como recurso para a marcação de frequência.
    Vc pode comprar cartelas de adesivos, cujo tema seja compatível com suas lições, e usar também.
    Então, ali, não tem um anexo para compartilhar.
    Abraços!!


    Quote Originally Posted by SandraMarques View Post
    Olá a Paz do Senhor!

    Você tem o anexo do álbum de figurinhas?

    No aguardo!
    Sandra
    "Quero trazer à memória o que me pode dar esperança". Lamentações 3:21


  3. #63

    Re: Juniores => Album de Figurinhas

    Paz irmã Sandra!

    Eu estava me referindo ao post #7.
    Tempos atrás parece que tinha um anexo, agora fui procurar não consegui achar!
    Mas se não tem mais, sem problema! Desde já agradeço vocês por este site maravilhoso!

  4. #64
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Feirinha em escola municipal na Zona Norte de Natal




    Mais informações sobre a Feirinha no tópico:
    http://www.escoladominical.net/showt...full=1#post674

    Na matéria a professora aliou a Feirinha com outro recurso fantástico que está sendo resgatado: o Álbum de figurinhas. Recomendamos a Revista que também é um Álbum de Figurinhas, e os Cads do Projeto Bíblia 3D: www.biblia3d.com.br . Você combinará dois recursos lúdicos e pedagógicos incríveis para sua EBD.

    Outra idéia

  5. #65
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    No Ceará, esta escola secular utiliza um álbum de figurinhas para arrecadar recursos. As figurinhas são os próprios alunos.

    “Tu tem ‘eu’?”, questiona o garotinho. “Eu já achei ‘eu’, mas ‘tu’ não”, responde o colega. Fora de contexto, o diálogo se torna engraçado. Para quem acompanha o troca-troca de figurinhas no recreio, faz todo o sentido. “É a segunda vez que estou no álbum”, conta Rafael Pessoa de Farias, de 8 anos.

    http://verminososporfutebol.com.br/d...s-pela-4a-vez/
    http://tribunadoceara.uol.com.br/esp...rno-de-futsal/


  6. #66
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Quote Originally Posted by Roberto View Post
    No Ceará, esta escola secular utiliza um álbum de figurinhas para arrecadar recursos. As figurinhas são os próprios alunos.




    http://verminososporfutebol.com.br/d...s-pela-4a-vez/
    http://tribunadoceara.uol.com.br/esp...rno-de-futsal/

    Que ideia legal! Ótimo pra arrecadar dinheiro para o ministério infantil...
    já estou pensando em fazer o nosso...
    Não despreze o dia das pequenas coisas...

  7. #67
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Realmente a ideia é muito boa Zélia.
    Procurei um álbum de figurinhas na web mas não encontrei. Eles não são muito populares para as atuais gerações, exceto para aqueles que são da cultura geek; só os vemos no período de copa do mundo.

    Encontrei um modelo editável em formato power point, por cerca de R$ 12,00, donwload instantaneo e pagamento pelo paypal:

    https://goo.gl/ygKhxN

    Se alguém encontrar outro poste aqui


    Quote Originally Posted by ZeliaCruz View Post
    Que ideia legal! Ótimo pra arrecadar dinheiro para o ministério infantil...
    já estou pensando em fazer o nosso...

  8. #68
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Encontrei estes outros aqui mesmo no Brasil. Os arquivos estão disponíveis para download pelo sistema "pague se achar que deve". Os arquivos estão em pdf editáveis mas, você poderá editar praticamente tudo com um programa editor de pdf.



    www.goo.gl/oYeypN




    Visite o blog e baixe o pdf do álbum e leia as instruções: www.goo.gl/ygvrND

    A dica deste blog é um site online aonde você poderá gerar e personalizar suas próprias figurinhas:

    https://www.mypanini.com/pt_br/2018-...russia-sticker

  9. #69
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Esta pode ser outra ideia: Álbum de figurinhas com os versículos do trimestre.
    Ótima ideia deste site adventista.



    No site você encontrará os pdf para download e edite de acordo com suas necessidades: www.goo.gl/8TAFYq

  10. Os seguintes usuários agradeceram a Roberto por este post:

    ZeliaCruz (28-09-18)

  11. #70
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    Muito bom! Vou usar essa ideia esse trimestre com os juniores.
    Muito obrigada por compartilhar.

    Quote Originally Posted by Roberto View Post
    Esta pode ser outra ideia: Álbum de figurinhas com os versículos do trimestre.
    Ótima ideia deste site adventista.



    No site você encontrará os pdf para download e edite de acordo com suas necessidades: www.goo.gl/8TAFYq
    Não despreze o dia das pequenas coisas...

  12. Curtidas Roberto Curtiu este post
  13. #71

    Re: Meus pontos = plano de frequência

    A paz do Senhor meus queridos! Não encontrei o anexo para impressão. Podem me enviar?

  14. Os seguintes usuários agradeceram a AndreiaGuimaraes por este post:

    Roberto (01-10-19)

  15. #72
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    Re: Meus pontos = plano de frequência

    Olá Andreia,

    Está disponível no site da criadora do álbum de figurinhas:

    https://amandoparaeternidade.com/cat...de-figurinhas/

    Quote Originally Posted by AndreiaGuimaraes View Post
    A paz do Senhor meus queridos! Não encontrei o anexo para impressão. Podem me enviar?

  16. #73
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    Re: Plano de Frequência e Pontuação

    O que motiva as crianças a aprenderem (e o que não funciona)

    Conseguir que as crianças estudem pelo prazer de aprender, em vez de pela expectativa de uma nota 10 ou medo da nota zero. Parece um sonho? Talvez não.


    Já em seus primeiros anos, as crianças são naturalmente interessadas em explorar seu ambiente — desde examinar a grama do jardim até brincar com um cachorro — e em querer saber como as coisas funcionam, seu sabor e as sensações que elas provocam. Segundo especialistas, é só mais tarde que elas conseguem aprender a fazer algo (como se sentarem quietas à mesa do jantar) para obter um prêmio ou evitar um castigo.

    Esses dois propulsores de comportamento são conhecidos como motivação intrínseca (movida pela curiosidade natural) e motivação extrínseca (movida pela recompensa). Mas qual delas é melhor para o aprendizado infantil — e como podemos estimular o prazer de aprender sem depender de recompensas?


    O valor da curiosidade natural
    "A motivação intrínseca começa muito cedo. As crianças são proativas e curiosas por natureza", diz à BBC o professor Frédéric Guay, especialista em motivação na Universidade Laval, em Québec, no Canadá. "Educadores do sistema escolar precisam nutrir essa motivação."


    Guay e seus colegas conduziram uma meta-análise (que está prestes a ser publicada) sobre motivação intrínsica e desempenho estudantil desde a educação primária até a universitária. Eles analisaram 344 estudos e uma amostra de mais de 200 mil crianças. Os estudantes analisados completaram um questionário que media diferentes tipos de motivação, e suas notas foram compiladas.

    Os pesquisadores descobriram que estudantes que obtinham mais prazer em estudar determinadas matérias tinham também desempenho melhor, além de serem mais persistentes e criativos nesses conteúdos.
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    Estudantes que obtinham mais prazer em estudar determinadas matérias tinham também desempenho melhor, além de serem mais persistentes e criativos nesses conteúdos, diz pesquisa canadense

    Mais pesquisas confirmam a ideia de que crianças intrinsecamente motivadas aprendem melhor. Um estudo alemão descobriu que estudantes entre 7 e 9 anos de idade que se sentiam imersos nas histórias que liam apresentavam um nível de compreensão de leitura maior em relação aos estudantes que eram motivados apenas por competir com os demais.


    Outro estudo, também da Alemanha, descobriu uma relação recíproca entre motivação intrínseca para ler e o desempenho em leitura entre estudantes de 8 a 10 anos, mas não encontraram a mesma relação quando a motivação era extrínseca.


    E os benefícios da motivação intrínseca sobre o desempenho não estão limitados às crianças. Um estudo que examinou as motivações de cadetes na academia militar americana de West Point identificou que os que eram motivados puramente de modo intrínseco tinham mais probabilidade de ascender na carreira, trabalhar por mais tempo e serem selecionados para promoções profissionais do que os que tinham motivação extrínseca.


    Por que então motivamos as crianças com recompensas?
    A despeito dessas evidências sobre a importância em estimular a motivação intrínseca, a cultura da recompensa se embrenha desde cedo nas salas de aula. As crianças recebem estrelinhas para estimular seu bom comportamento e boletins para avaliar seu desempenho.


    Uma pesquisa que analisou o uso de recompensas por professores, desde o jardim da infância até a 5ª série, descobriu, por exemplo, que todos os professores do estudo usavam elogios como recompensas. Quase 80% deles também usaram semanalmente recompensas tangíveis, como vales-prêmios. Outras formas comuns de premiação incluíam privilégios na sala de aula, como escolher uma atividade ou ter mais tempo de diversão.


    A professora Christine Dewart, que durante nove anos deu aula para crianças de 6 anos na Califórnia, diz que, quando estudava desenvolvimento infantil na universidade, havia uma ênfase na importância da motivação intrínseca e em evitarem-se muitas recompensas. Mas, no dia a dia da sala de aula, ela diz que essas recompensas são úteis para gerenciar a turma de alunos — e diz que "reconhecer o bom comportamento de um aluno ajuda outros alunos a fazerem o mesmo".

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    Crianças intrinsecamente motivadas — cuja curiosidade é aguçada — aprendem melhor

    Dewart cita o caso de um estudante que sofria com problemas de ansiedade e agressividade. "Eu não queria destacá-lo por seu comportamento, então bolei um plano com recompensas. Para cada 15 minutos que ele conseguia se controlar, ele ganhava um minuto de tempo livre para usar depois", conta.


    Os 15 minutos mais tarde viraram 30 minutos até que ele conseguisse se manter calmo e atento durante a aula inteira — em um processo estimulado pela recompensa.


    Dá para estimular a motivação intrínseca?
    Se educar crianças é, também, um complexo mix de nutrir sua curiosidade natural e recompensar pelas tarefas menos atrativas, como fazer com que a tarefa em si seja a recompensa?


    Sarah McGeown, especialista em psicologia do desenvolvimento na Universidade de Edimburgo (Escócia), afirma que há coisas que pais e professores podem fazer para estimular a motivação intrínseca das crianças. Um exemplo é a leitura recreativa, que favorece a motivação para que elas leiam mais tarde na vida.


    Ela lembra que é importante dar às crianças livros que estejam adequados a seu nível de leitura, bem como mostrar aos estudantes que eles são leitores mesmo que prefiram ler quadrinhos ou revistas, em vez de romances. "Trata-se de ampliar o conceito de o que significa ser um leitor, para que mais crianças e adolescentes se autoidentifiquem como leitores", afirma McGeown. "É preciso também ajudar as crianças a encontrar gêneros ou autores de que eles gostem."


    Guay acredita que é essencial apoiar as crianças de modo que elas sintam que têm escolhas e que estão fazendo coisas por sua livre vontade.


    "Em vez de focar nas recompensas, foque na qualidade da relação com os estudantes", ele sugere. "Isso significa ouvir os estudantes e até mesmo validar sentimentos negativos, que são normais."


    Na prática, isso significa lidar com os sentimentos negativos que determinada tarefa pode despertar, e explicar aos alunos por que ela é importante, mesmo que não seja divertida. "Estudantes que descobrem que aprender é importante, mesmo que eles não gostem, vão desenvolver o mesmo tipo de desempenho positivo do que os estudantes com alta motivação intrínseca."

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    Alguns especialistas dizem que é possível combinar motivação intrínseca e extrínseca no dia a dia da educação


    Dar feedback aos alunos é melhor do que dar notas?
    E o que todo esse debate diz a respeito das notas, que provavelmente são a principal motivação extrínseca dos estudantes? Tanto Guay quanto McGeown dizem que seria melhor que se focassem menos as notas, e mais o esforço dos alunos durante o processo em si. Alguns professores, porém, vão além.


    Aaron Blackwelder, professor de inglês no ensino médio dos Estados Unidos, ajudou a fundar, três anos atrás, o grupo de Facebook chamado "Teachers Going Gradeless" (em tradução livre, "professores que querem se livrar das notas"). O grupo, que começou com algumas centenas de professores, hoje tem 5 mil inscritos.


    Blackwelder se inspirou em uma série de estudos dos anos 1980, em que alunos de 10 a 12 anos podiam receber notas, feedback e notas, ou apenas feedback. O interesse e o desempenho eram mais altos entre os estudantes que receberam apenas feedback, ao mesmo tempo em que notas ou a combinação de notas e feedback minavam seu interesse e sua performance, segundo esses estudos.


    Em vez de dar notas, Blackwelder entrega aos alunos uma lista de habilidades que eles precisam dominar e opta por um modelo de feedback a cada atividade dada. Alguns professores veem esse modelo com ceticismo, mas ele diz que tem funcionado.


    Embora sempre haja alunos que não se engajam, eles se mantêm em número reduzido, diz o professor, enquanto o número de alunos engajados aumenta "astronomicamente".


    "Eles confiam que eu vou lhes dar um retorno construtivo, porque as minhas ações não são vistas por eles como punitivas", argumenta. "Os estudantes também confiam uns nos outros, porque não há uma competição para ganhar mais pontos ou a nota mais alta da sala. Em vez disso, eles se apoiam nas habilidades uns dos outros para serem bem-sucedidos."


    Ainda assim, Blackwelder é obrigado pelo sistema educacional a dar uma nota para cada aluno ao fim do semestre. E Adam Tyner, diretor-associado de pesquisas do centro de estudos educacionais Thomas B. Fordham Institute, afirma que as notas têm, de fato, um propósito prático.

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    'Se um motivador extrínseco faz o aluno aprender, e aprender é empoderante, então o motivador extrínseco pode indiretamente empoderar estudantes', diz Adam Tyner

    "O maior benefício de usar notas é que elas condensam a performance em um único valor que pais e alunos conseguem entender. Os professores podem incluir tanto o desempenho acadêmico como o comportamento no dia a dia dentro das notas, o que significa que eles conseguem, teoricamente, capturar não só se os estudantes aprenderam a matéria, mas também habilidades não cognitivas, como quão bem os estudantes cooperam entre si."


    E o fato de que professores que adotam o modelo de feedback ainda precisam dar uma nota final a seus alunos evidencia uma realidade social: a de que, à medida que crescemos e entramos no mercado de trabalho, a motivação extrínseca — geralmente na forma de salários — terá um papel maior nas nossas vidas.


    O papel das recompensas
    Isso pode explicar, ao menos parcialmente, por que estudos mostram que, para estudantes mais velhos, a motivação extrínseca pode estimular o desempenho.


    Adam Tyner cita um programa americano de preparação para a universidade, College Readiness, que alia educação avançada para estudantes do ensino médio com incentivos financeiros para estudantes e professores bem-sucedidos.


    "Uma avaliação rigorosa feita pelo economista Kirabo Jackson, da Universidade Northwestern, identificou que o programa aumenta a frequência na universidade em 4,2 pontos percentuais, ao mesmo tempo em que aumenta a preparação para a universidade e o desempenho de longo prazo da força de trabalho", diz.


    "Alguns efeitos em subgrupos foram de cair o queixo. Estudantes hispânicos sentiram um ganho de 11% na sua renda quando expostos ao programa de incentivo."


    Tyner acrescenta que, embora motivações extrínsecas possam minar altas motivações intrínsecas já existentes, nem sempre é esse o caso. Ele diz que, para começo de conversa, nem sempre as crianças são tão motivadas assim.


    "Um ponto destacado por pesquisadores é que motivações extrínsecas podem ser perigosas quando a motivação intrínseca já é muito alta, e os novos incentivos reformulam a experiência como algo pelo qual você é pago, em vez de fazer por diversão", ele diz. "Sou cético de que, na maioria das tarefas de adolescentes, sobretudo em matérias difíceis e técnicas como matemática, haja muita motivação intrínseca que devemos nos preocupar em minar."


    E as duas motivações podem apoiar-se mutuamente. "Existe o mito de que a motivação intrínseca e a extrínseca são parte de uma espécie de competição de soma zero. Se um motivador extrínseco faz o aluno aprender, e aprender é empoderante, então o motivador extrínseco pode indiretamente empoderar estudantes."

    Fonte:

    https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-50949293



    Original em inglês:



    https://www.bbc.com/worklife/article...ids-to-succeed
    Arquivos anexados Arquivos anexados


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