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    Gerações Baby Boom, X, Y e Z

    Uma geração, como o termo é comumente usado hoje, se refere a indivíduos de idade semelhante, freqüentemente agrupados em períodos de cerca de 20 anos.


    Quatro gerações comumente descritas incluem os Baby Boomers (nascidos 1946-1964), Geração X (nascidos 1965-81), Geração Y, também chamada de Geração do milênio (nascidos em 1982-2000), e Geração Z (nascidos após 2000). Especialistas acreditam que essas gerações, representam quatro partes de um ciclo que se repete ao longo da história.



    Geração Baby Boom
    Baby boomers são comumente definidos pelo ano de nascimento entre 1946 a 1964, quando houve um "boom" no número de nascimentos após a Segunda Guerra Mundial que continuou até o início de 1960. Teóricos em gerações, muitas vezes afirmam que o "baby boom" ocorreu inicialmente por causa do regresso dos soldados da Segunda Guerra Mundial, e depois continuou por causa da relativa estabilidade e prosperidade da década de 1950. A diminuição de nascimentos na década de 1960 pode ter sido por causa da turbulência e agitação daquela década, ou, talvez mais provavelmente, devido ao advento da pílula anticoncepcional. Os boomers foram criados em um contexto social de valores tradicionais, onde as tradições e as regras tinham significado e a família era estimada. Teóricos geracionais descrevem os baby boomers como uma geração que se rebelou contra os valores de seus pais, tornando-se hippies que rejeitaram o materialismo dos pais, como os manifestantes que protestaram contra a injustiça do racismo e da Guerra do Vietnã. No Brasil protestaram contra a revolução militar de 64. No início da vida adulta muitos baby boomers se tornaram "yuppies" (jovens profissionais urbanos). A marca dessa geração é à fidelidade às organizações e até mesmo nomes de marcas, e seus casamentos tendem a ser bastante estáveis, apesar de que a estabilidade é freqüentemente o resultado de um senso de dever. Esta geração é, durante cada ciclo da história, marcada pelo idealismo. O idealismo dos boomers significa que eles acreditam na bondade básica das pessoas e que vale a pena o esforço para melhorar o mundo. Nem todos os "baby boomers" são iguais, as tendências descritas por pesquisadores podem ser significativas, sem serem universais. Também é importante notar que os baby boomers, como todas as gerações, tendem a mudar algumas de suas características à medida que envelhecem.

    Geração X ou Geração Buster


    Os Baby Busters são assim chamados por causa da "queda" ou declínio repentino de nascimentos durante a década de 1960. A rápida diminuição na proporção de nascimentos coincidiu com o uso disseminado da pílula anticoncepcional. A geração Buster é também denominada de "Geração X", indicando o desconhecido, ou uma suposta falta de empenho. Embora os escritores e pesquisadores discordem, os anos de nascimento dos “X” mais comumente citados são de 1964-1982. Eles são precedidos pela geração "baby boom" e seguido pela geração do milênio (Y). Eles desconfiam das instituições e pessoas, e, portanto, tendem a ser pragmáticos e céticos sobre o futuro e humanidade. Eles sentiram que a adaptação é mais importante que a inovação, já que amadureceram em um mundo marcado pela mudança constante. Eles são a primeira geração a crescer em um mundo que está cada vez mais pós-moderno, que se reflete na sua suspeita da razão e do método científico. A educação é considerada um meio para um fim, ao invés de valor em si mesmo como os baby boomers consideram. Da mesma forma, o trabalho é valorizado como aquilo que traz prestígio, e realização profissional é menos provável entre busters. Busters também são menos susceptíveis de serem viciados em trabalho, um problema comum na geração anterior. Pessimista, o mundo raramente oferece uma chance para o avanço, eles acreditam, e assim eles tendem a não acreditar em melhorias para o futuro. Apresentam também profundos sentimentos de inferioridade, bem como um forte protecionismo dos bens e reclamações sobre o que falta. Raiva, inquietação, e difuso sentimento de solidão são sentido pelos busters. São comparados com os veteranos que sofreram trauma de guerra por causa da negligência generalizada e abandono dos pais, ocupados com seus próprios interesses e ocupações, o trauma da dissolução da família, a exposição a altos níveis de violência e sexualidade a partir da mídia, e desrespeito generalizado dos adultos. Como resultados tendem a serem desconfiados, muitas vezes sentem que a vida seja inútil e sem sentido, falta uma "bússola moral". Contudo há sinais positivos que busters são menos propensos a sucumbir ao narcisismo no qual eles foram criados, e que o sentimento de solidão pode promover uma vida comunitária mais forte e talvez até mesmo profundidade moral e religiosa. Nem todos os busters são iguais. Existe uma diversidade considerável de pessoas dentro de qualquer geração, muitos não se enquadram no padrão geral, mas isso não deve obscurecer as tendências perceptíveis que existem dentro da geração X.

    Geração Y ou Geração do Milênio
    A geração do milênio, ou "Geração Y", refere-se à geração nascida no final do segundo milênio. Os anos de nascimento mais citados são 1982 a 2000, abrangendo 18 anos antes da virada do milênio. A geração do milênio inclui o "Baby boom" de crianças nascidas entre 1989 a 1993, anos em que o número de crianças nascidas igualou os anos de pico do Baby Boom. A geração cresceu em lares onde eles são cada vez mais protegidos e valorizados. Os adultos ao seu redor tendem a definir as questões sociais em termos de como elas irão afetar seus filhos. Fortes princípios e racionalidade são cada vez mais enfatizados na formação dos milênios, assim como as virtudes da cooperação, igualdade e comunidade, que influenciam poderosamente os Y. Tornar-se-ão adultos que serão preocupados com os outros e com o mundo em geral, eles trabalham em equipe para superar as grandes crises na sociedade. Eles amadurecem para se tornarem empreendedores dominantes e heróicos que construirão instituições sociais durante os seus anos de meia-idade e permanecerão ocupado em idade avançada.

    Alguns teóricos geracionais descrevem os Y de maneira bastante diferente. Eles vêem os Y como desatentos, frágeis e ignorantes, porque tudo foi entregue a eles, e que deixam que as mudanças ocorrerem sem se envolverem, sendo facilmente seduzidos pelas opiniões dos outros, sem honra, e que possuem a sensação de que nada é seguro, não acreditam em nada nem em ninguém. Resumindo o pensamento de diversos especialistas no assunto, eles tipificam os Y como sendo acelerado, que vivem para o presente, cansados, para que nada os surpreenda-os, constantemente à procura de indícios de falsidade nos outros, e não confiam em adultos. No entanto, os Y também estão interessados ​​na religião e pode ser influenciados positivamente pela pressão dos pares. Tal como acontece com a geração X, os Y desejam relacionamentos fortes, mas ao contrário dos X não são tão materialista e não são rebeldes.
    Existe uma diversidade considerável na geração do milênio e, como todas as gerações, os indivíduos podem ou não se aproximarem das tendências que têm sido documentados por causa de escolhas pessoais e circunstâncias únicas. Mesmo as tendências esperadas podem ser confundidas. Em última análise, as pessoas podem fazer escolhas que produzem mudanças inesperadas.

    Geração Z
    Está chegando a novíssima geração Z. São comumente definidos pelo ano de nascimento após 2000. Os Z estão absortos na era tecnológica das redes sociais e se comunicam muito mais isoladamente, estão acostumados com eles mesmos em seus próprios quartos. São imediatistas ao extremo, individualistas e possuem dificuldade de trabalhar em equipe.


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  2. #2
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    Debate público!

    Supomos que você seja Superintendente de uma EBD e precise escolher um professor para uma classe Geração Z (adolescentes e pré-adolescentes), quais dos professores (as) abaixo voce escolheria para essa classe? Por que?

    professorZ.jpg

  3. #3
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    A presente era está desafiando os líderes da igreja para serem muito mais criativos em relação à educação cristã. Chamamos isso de era pós-cristã, porque os cristãos não refletem os mesmos valores que eles refletiam há algumas décadas atrás. Eles não pensam na igreja e na Escola Dominical como uma parte normal da vida de um crente como fizeram no passado.
    Escolas Dominicais precisam de uma uma cara e um novo formato. Por muito tempo, os líderes da igreja estão a esperar os crentes virem à EBD e quando eles chegam, a Escola continua sem lhes oferecer nada, a consequencia é que somente a Geração Baby Boomer irá continuar frequentando por força do hábito.

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