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Raiva, seu bem seu mal
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Detalhes do produto

  • Qual a importância que você dá às suas emoções?
  • Você sabe reconhecer e expressar seus sentimentos?
  • Como você lida com a raiva?
  • É possível classificar os sentimentos em bons ou ruins?

    Neste livro esclarecedor e instigante, Esther Carrenho convida os leitores a identificar vários sentimentos e fazer deles grandes aliados em prol de seu potencial criativo.

    Focalizando especificamente a raiva, a autora se vale de sua experiência para autenticar conceitos fundamentais à saúde emocional. Você poderá encontrar respostas para seus questionamentos ao se identificar com outras pessoas que também buscam reconhecer e administrar seus sentimentos de raiva, em lugar de bloqueá-los e reprimi-los.

    Com linguagem simples e acessível, este livro será muito útil a todos que desejam equilibrar emoção e razão de forma construtiva, produzindo bem-estar tanto para si mesmos como para os que estão próximos. Viva melhor!

    Autora

    Esther Carrenho é psicóloga clínica e facilitadora de Grupos de Encontro. Ela é membro da Igreja Batista do Morumbi (SP), onde coordenou o ministério com mulheres e trabalhou como voluntária em aconselhamento durante dez anos. Ministra cursos e palestras sobre relacionamento e interação familiar. É autora do livro Ressurreição interior, publicado pela Editora Vida.

  • Especificações do produto

    Sinta um pouco, leitor
    Pensar... Sentir... Agir... Reagir!
    Emoção e sentimento
    Três verdades importantes sobre nosso emocional
    Bloqueio emocional
    Desconexão entre a realidade e o sentimento
    Falta de expressão
    Distorções do sentir
    Mágoa, raiva, ódio e indiferença
    Agressividade
    As conseqüências

    A raiva
    Raiva e amor
    Raiva reprimida
    Raiva e violência
    Violência e perdão
    Raiva do feminino
    Raiva na criança
    Raiva e criatividade

    Deus acolhe nossos sentimentos
    A raiva de Deus
    Os sentimentos de Cristo
    A indignação de Cristo
    Os desprotegidos
    A indignação dos religiosos
    A indignação dos discípulos

    Integração dos sentimentos
    Notas
    Bibliografia Pensar... sentir... agir... reagir! Antes de qualquer coisa é preciso esclarecer o que é pensar e o que é sentir. Pensar está ligado ao racional. Tem a ver com o intelecto e com a produção do raciocínio lógico. Sentir está relacionado ao emocional. Tem ligação com a capacidade sensorial, que é o desenvolvimento dos cinco órgãos do sentido, com os quais já nascemos e que manifestam seus sinais no nosso corpo.
    Vale distinguir também a diferença entre ação e reação. A ação decorre do processo de avaliar, pensar, refletir e decidir agir de uma forma ou de outra. É um comportamento planejado. Por exemplo: "Decidi que hoje vou passar perto do meu vizinho e vou cumprimentá-lo alegremente porque tenho interesse em me aproximar dele!". Essa ação é um comportamento que não tem nada a ver com a maneira de meu vizinho relacionar-se comigo até então. Como acho importante estar próxima dos vizinhos, tomo a iniciativa de manifestar um comportamento adequado com aquilo que acredito.
    Diferentemente, a reação é um comportamento que tenho em resposta a outro comportamento que me atinge de alguma forma. Ou, ainda, pode ser uma resposta decorrente de um sentimento que percebo em mim por acreditar que determinada pessoa age de uma forma ou outra para comigo.
    É possível dividir a reação em duas categorias. Uma, que é quase instintiva, é a resposta imediata, que não passou pela capacidade de reflexão. É o comportamento repentino diante dos sintomas que percebo no meu corpo, como resultado de um fato que revela sentimentos tanto agradáveis quanto desagradáveis. Na reação imediata não há tempo para pensar. A pessoa é engolida pela emoção. É a típica declaração: "Primeiro fez, depois pensou!". A outra forma de reação, que aqui chamo de reação planejada, é também, a exemplo da ação, uma resposta comportamental em que a pessoa se organiza para reagir a um fato ou a outro comportamento, ou até mesmo para não reagir. A pessoa é capaz de conter em si por algum tempo o desconforto que uma ação lhe causou e depois reagir de uma forma que não lhe traga prejuízos, ou pelo menos de uma forma em que o mal seja o menor possível, tanto para ela como para o outro.
    A ação e a reação planejadas estão ligadas diretamente à vontade. É preciso querer e ter energia, tanto psíquica como fisicamente, para executar a vontade.
    Então temos três grandes capacidades: a razão, a emoção e a vontade. Elas irão influir diretamente no comportamento do homem.
    Desde que uma pessoa é concebida, dependendo da forma como foi aceita, amada, reconhecida, e de como absorveu o amor, a aceitação e o reconhecimento, ela poderá ter afetado muito ou pouco a razão, a emoção e a vontade. E muitas vezes todas as capacidades poderão ser danificadas ao mesmo tempo, alterando assim o comportamento do indivíduo.
    Tenho observado que o lado racional é sempre o mais bem entendido. Parece que, de alguma forma, a maioria de nós foi treinada muito mais para pensar e agir do que para sentir. A vontade também parece ser bem compreendida por todos. Não é difícil detectar se temos ou não energia para executar alguma ação. O que tem gerado confusão, dúvidas e questionamentos é o nosso lado emocional. É como se o desenvolvimento humano se desse apenas do pescoço para cima! Enfocamos em demasia o lado racional e ignoramos o que acontece com toda a nossa capacidade sensorial.

    Emoção e sentimento Emoção e sentimento são dois termos que se misturam muito quando queremos falar sobre o que sentimos. E de modo geral eles são usados como sinônimos, o que torna ainda mais difícil explicar a diferença entre ambos. Mas aqui quero fazer uma distinção entre emoção e sentimento. Emoção é a nossa capacidade de perceber os mais variados sentimentos: medo, raiva, vergonha, ânimo, desânimo, tristeza, amor, alegria, prazer, inquietação, inadequação, humilhação, importância, satisfação e outros tantos. E sentimento, que até já ficou explícito no significado de emoção, é cada sensação que temos nas mais variadas situações. É como se fosse uma laranja contendo diversos gomos. O emocional seria a laranja, e os sentimentos seriam os gomos.
    O lado emocional está equilibrado e saudável quando apresenta a capacidade de perceber os mais variados sentimentos em conformidade com a situação vivenciada. Quando estou vivenciando uma perda, me entristeço; quando estou sendo injustiçada, me enraiveço; quando ocorre a frustração de um sonho ou de um projeto, fico desanimada; quando meu time ganha, fico alegre; se algo muito importante para mim se concretiza, exulto.
    Quando não somos acolhidos ou não podemos expressar nossos sentimentos - sejam eles prazerosos ou desconfortáveis -, principalmente na infância, poderemos amortecer e bloquear o desenvolvimento do lado emocional. E se esses sentimentos estiverem ligados a algum potencial específico da pessoa é possível que tal potencial também fique bloqueado.

    Três verdades importantes sobre nosso emocional A primeira verdade é que emoção é sentir. E um sentimento não é bom nem ruim!
    Quem acredita que o que sente é ruim fará de tudo para negar o sentimento. Muitos tentam dar uma enganada no sentimento, fingindo que não o vêem, na esperança de que ele desapareça. Essa é a pior forma de lidar com os sentimentos que percebemos em nós mesmos!
    É preciso reconhecer o sentimento para lidar com ele e para que ele não nos controle. Enquanto fingirmos não vê-lo ou fugirmos dele, o sentimento continuará a existir e poderá aparecer na primeira oportunidade, nos pegando de surpresa.
    A dificuldade em compreender a neutralidade dos sentimentos pode estar ligada ao fato de muitas vezes confundirmos comportamento com sentimento. Roseli, uma jovem cristã relutava: "Tenho dificuldade para entender que não há sentimentos ruins quando penso em textos como o de Gálatas 5 que trata dos frutos do Espírito e dos frutos da carne". Respondi: "Roseli, o fruto do Espírito, aos quais Paulo se refere, diz respeito à ação, à atitude, a comportamento, que, como cristãos, somos chamados a manifestar".
    Não vejo, no relato bíblico, condenação em decorrência de sentimentos - mas, sim, de ações! Há vários exemplos de pessoas consideradas especiais para Deus que experimentaram sentimentos que poderíamos classificar de ruins, no entanto, elas não foram condenadas por causa deles:

  • Moisés sentiu raiva, mas foi castigado pela desobediência (Nm 20.7-12; Dt 3.23-29).
  • Elias entrou em profunda depressão. Isolou-se, não se alimentou, pediu a morte, mas Deus, amorosamente, mandou-lhe um anjo que lhe ofereceu comida e ânimo para que ele caminhasse ao encontro do Divino, no monte Horebe (1Rs 19.3).
  • Jó lamentou e amaldiçoou o dia em que nasceu dizendo que preferia ter nascido morto. Amaldiçoou até os seios que o amamentaram, tamanho foi sua tristeza e desencanto, mas foi dele a oração que Deus aceitou na intercessão por seus quatro amigos (Jó 3.1 e 42.10).
  • Davi foi um homem cheio de altos e baixos, revelando sentimentos de tristeza e alegria alternadamente, entretanto, suas experiências profundas transformaram-se em salmos de infindável ins
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    OBS: Valor mínimo do pedido para parcelamento:
    *R$ 89,00 **R$ 199,00 ***R$ 299,00
    TAXAS DE 1,99% AO MÊS
    Este produto foi adicionado em nosso catálogo em terça 15 maio, 2007.
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